Mas então, e a MR16? O que é? E onde coloco?

Bom, hoje falaremos da tão famosa Dicroica (MR16). As diferenças básica entre a MR16 e a MR11 são os tamanhos e potências.

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O tamanho é uma das diferenças básicas, mas também as lâmpadas tem diferenças em potências e funcionalidades.

Vamos falar um pouco sobre a Dicroica MR16 e percebamos as diferenças entre uma e outra.

MR16 – Também conhecida como lâmpada dicroica, essa é muito usada em decoração de ambientes. Esse tipo de lâmpada tem como característica criar uma iluminação mais focada, por isso de ser usada em quantidades para a decoração de ambientes.
A lâmpada dicroica MR16 halógena tem como característica um consumo relativamente alto, de 50 watts por lâmpada. Sendo que quando falamos de lâmpada halógena, quer dizer que apenas em torno 90% é calor, enquanto o restante é luz produzida. Por isso essas lâmpadas têm um grande consumo de energia e produção de calor.
Hoje no mercado há inúmeros modelos de dicroicas em LED, vários de modelos e tecnologias de LED à potências de iluminação. Essas lâmpadas em LED tem um melhor aproveitamento de consumo/iluminação, pois consegue chegar a equivalências de iluminação de lâmpadas halógenas, com um menor consumo de energia.
Há dois tipos de soquetes usados nas Dicroicas Halógenas, os Bipinos para lâmpadas 12v e Gu10 para lâmpadas 127v/220v.

O Uso – 

A lâmpada dicroica Mr16 pode ser usado em vários ambientes da residencia, porém é necessário que seja instalada com luminárias específicas, para que o acabamento fique conforme o desejado. As dicroicas MR16 estão muito presentes em decorações de sancas aliadas aos spots embutidos.
No mercado também temos diversos modelos de sobrepor que suportam esse tipo de lâmpada.

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MR11, onde usar? Quando usar?

Uma dúvida que surge na hora de decorar é: “Se uso lâmpada mini dicroica ou Dicroica”. Bom, cada uma possuí suas características e recomendações de uso.
Nesses próximos posts falaremos sobre as características e variações que podem haver para cada uma delas, e também qual a melhor recomendação de uso para cada uma delas.

Começaremos a falar pela MR11, mas de primeiro momento a apresentaremos em sua versão Halogena.

MR11 – Conhecida também no mercado como “Mini Dicroica” ou “Croiquinha”. Muito comumente usada para finalidades de decoração, a mini dicroica (MR11) quando adquirida na versão halógena, possuí uma iluminação de 35 watts, disponível apenas na temperatura de 2.700k (branco quente), com vida útil em torno de 1.000h.
Possuí um corpo menor se comparada à MR16, porém utilizam os mesmos padrões de soquete, Bipino para as versões 12V e GU10 para as 127/220v.Porém, hoje no mercado de iluminação, a mini dicroica (MR11) já possuí sua versão em LED, que proporciona uma ótima iluminação, com um menor consumo, tendo como vantagem a alta durabilidade. Outra vantagem de usar o LED é que ele não produz calor, pelo fato de não produzir Raios UV. Quando falamos do LED, falamos de economia. Hoje em nosso site (www.huntertrade.com.br), possuímos modelos de lâmpadas de ótima qualidade com preços muito acessíveis, tornando assim o LED econômico na hora da compra, como também no uso diário.
A seguir um comparativo entre a MR11 Halógena e a MR11LED.

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Utilize a Mini Dicroica em locais para decoração, em espelho e nichos. Opte pela opção em LED levando em conta que, pelo fato de não produzir calor, o LED deixará o ambiente ou local mais agradável, não gerando dessa forma impacto a quadros, enfeites ou fotografias.

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Como saber qual o soquete da minha lâmpada?

soquetes

No mercado de iluminação, contamos com diversos tipos de lâmpadas e consequentemente com diversos tipos de soquetes. Porém essa grande variedade muitas vezes acaba por confundir o consumidor na hora da compra.

Antes de falarmos sobre os tipos de soquetes, gostaríamos de falar para que serve e qual sua finalidade. O soquete tem como função a fixação do produto e a conexão elétrica. Sendo assim, uma lâmpada quando encaixada no soquete correto, fará a conexão, permitindo que a lâmpada seja ligada ou desligada.
Geralmente o soquete de sua lâmpada é especificada na embalagem da mesma. Atente-se a esse fator para que não haja confusão na hora da compra.

Citaremos aqui alguns dos soquetes mais comuns a serem usados, e logo em seguida uma tabela contendo grande parte dos soquetes hoje disponíveis no mercado.

E27 – Esse modelo é o mais comumente usado nas residenciais, podemos dizer que este é o modelo padrão no mercado. Esse soquete tem como característica fazer a fixação da lâmpada através de uma rosca, por isso esse soquete é popularmente conhecimento como “Soquete de Rosca”. Normalmente lâmpadas incandescentes, lâmpadas fluorescentes e lâmpadas de LED utilizam esse tipo de soquete.

Gx5.3 – Popularmente esse é conhecido como Bipino, exatamente por possuir essa aparência. Esse soquete era produzido e comercializado até Janeiro de 2013 para lâmpadas dicroicas (MR11 e MR16) nas voltagem de 12v, 127v, 220v ou Bivolt. Porém, por normas da ABNT, esse soquete foi permitido para produção e comercialização apenas para lâmpadas 12v. Esse padrão passou a ser substituído pelo Gu10.

Gu10 – Esse é um padrão de soquete novo, seu uso obrigatório em lâmpadas dicroicas (MR11 e MR16) entrou em vigor em Fevereiro de 2013, substituindo o padrão GX5.3, que será usado somente em lâmpadas 12v. O Gu10 será usando tanto para lâmpadas de voltagem 127v/220v/Bivolt. Diferente do seu antecessor, esse tipo de soquete proporciona uma melhor fixação, dando uma maior segurança à instalação do produto.

A seguir, alguns exemplos de soquetes:

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Branco Frio ou Branco Quente. Afinal, qual usar?

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Temperatura de Cor

            Por volta de 1931, foi necessário desenvolver um sistema que pudesse classificar a tonalidade da luz emitida pelas lâmpadas, esse sistema ficou a cargo da CIE – Comission Internacionalle de L’Eclairge, que o desenvolveu e o nomeou como “temperatura de cor correlata”. Esse sistema tem como intuito classificar a cor de acordo com a temperatura de cor. Um exemplo, um ferro quando se encontra no estado frio, ele possui uma cor escura sem emissão de luz, quando esse mesmo ferro é exposto a uma temperatura de 800k, passa a ter uma emissão de luz vermelha, luz amarelada ao ser exposto a 3.000k e branca azulada quando exposto a 5.000k e baseado nesse principio que foi criado esse sistema.

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Branco Quente ou Frio? Quando escolher e como escolher?

Muitas dúvidas surgem quando tratamos da questão da escolha da tonalidade de lâmpada para o lar ou ambiente. Muitas questões estéticas e até mesmo de gosto pesam e se envolvem quando optar por uma ou outra. Mas gostaríamos de compartilhar o que conhecemos sobre elas.

Branco Quente – É a tonalidade mais amarelada da luz. Muito famosa e associada às lâmpadas incandescentes, o branco quente tem como característica deixar o ambiente com aspecto de maior relaxamento, pelo fato de produzir um pouco menos de lúmens se comparado ao branco frio. Essa tonalidade é perfeita para quartos, salas de estar e jantar e também para espelhos e camarins, pois essa tonalidade tem a capacidade de manter as cores mais naturais, como por exemplo, deixar a cor do alimento com aspecto mais saboroso ou o tom da pele em sua cor mais natural.

Branco Frio – Essa é uma tonalidade que possui um maior dinamismo, e exatamente por isso, é recomenda para locais que necessitam de maior poder de iluminação, como cozinhas, lavanderias e escritórios. O branco frio tem como citado anteriormente, a capacidade de produzir mais lúmens se comparado ao branco quente, por isso de ser usado em ambientes que se necessitam de um nível maior de atenção para a realização de tarefas.

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A diferença entre Branco Quente 3000K e Branco Frio 6000K

Diferença nas cores de lâmpadas Branco Quente e Branco Frio

E você sabe o que é IRC? Fique por dentro!

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Índice de Reprodução de Cor (IRC) –

O IRC é uma escala utilizada para a mensuração da autenticidade de cor de um objeto de acordo com a luz que está sendo emitida sobre ele, essa escala varia de 0 a 100%, tendo o Sol como padrão de comparação para um índice de cores 100% fiéis a sua cor verdadeira. Sendo assim, quanto mais próximo o índice de uma determinada lâmpada estiver de 100, mais fiéis serão as cores dos objetos ou ambientes que estiverem sendo iluminados por ele.

Então, quando for comprar suas lâmpadas, atente-se ao IRC informado pelo fabricante, pois dessa forma não haverá surpresas em relação ao efeito que a mesma proporcionará ao ambiente, deixando-o mais adequado ao seu desejo e gosto.

Exemplo de IRC/Representação de Cor:

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E agora? Qual tem maior IRC, o Branco Frio ou Branco Quente?
Bem simples de responder, o Branco Quente, pois o esse possuí a coloração semelhante à produzida pelo Sol. Por isso o branco quente é recomendado para ser colocado em espelhos, já que nessa tonalidade a pela possuí seu tom mais natural. O branco quente também é recomendado para mesas de jantar, pelo fato de deixar a tonalidade da comida mais bonita e apetitosa aos olhos, pois a comida exposta a uma tonalidade mais fria, fará com que fique com um aspecto mais pálido.

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Afinal, o que é “Lúmens”?

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Quando nos referimos às lâmpadas, a unidade de medida usada para a mensuração da luminosidade ou fluxo luminoso, é o Lúmen (lm), representado pelo símbolo Ø. Fluxo luminoso resume-se a quantidade de luz emitida por segundo por uma fonte luminosa para todas as direções.

Eficiência Luminosa –

É a relação entre potência consumida e fluxo luminoso. Ela estabelece se a produção de luz por certo tipo de lâmpada, está de acordo com o watt consumido. Por exemplo, uma lâmpada que tem pouca produção de lúmens com um grande consumo de watts.

Exemplo:

  • Uma Lâmpada incandescente de 60 Watts possui um fluxo luminoso (lm) de 864 lúmens, logo, sua eficiência luminosa será de 864/60 = 14,4 lm/W.
  • Uma Lâmpada fluorescente compacta de 15 Watts possui um fluxo luminoso (lm) de 900 lúmens, logo sua eficiência luminosa será de 900/15 = 60 lm/W.
  • Uma lâmpada LED de 15 watts de consumo possuí um fluxo luminoso (lm) em torno de 806 lúmens, se fizemos o calculo de 806lm/8,5w= 94,82 lm/W.

Sendo assim, com esse calculo podemos comprovar a eficiência do LED no quesito luminosidade e consumo.

O LED tem a capacidade de produzir uma quantidade maior de lúmens utilizando menos watts do que as lâmpadas convencionais, tornando-se assim a opção mais viável no quesito iluminação e consumo, isso sem mencionar o quesito duração, descarte e conforto.

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Watts não é iluminação…

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Watts não é sinônimo de iluminação. O watt é uma unidade de medida usada para a mensuração de consumo de energia elétrica de um determinado item eletroeletrônico. Há diversos fatores que influenciam quando o assunto é luminosidade, para tentar clarear as dúvidas preparamos algumas explicações sobre termos técnicos muito usados hoje no mercado de arquitetura, decoração e luminotécnica.

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Próximo post: LÚMENS (lm)